Receitas do
Dia das Mães
A Tutty Pane
promoveu um final de semana especial para as mães. Preparamos um
delicioso prato assinado pelo Chef Saul, um expert em alta
gastronomia. As mães que nos visitaram neste dia tão especial,
degustaram esta delícia e levaram para a casa a deliciosa
receita.Confira nossa receita!!!
STROGONOFF DE BERINGELA
Ingredientes:
4 berinjelas médias c/ casca em cubos
1 cebola picada
3 colheres de mostarda
3 colheres de catchup
2 colheres de molho inglês
4 colheres de vinagre
1 caldo em pó- legumes, carne ou frango
1/2 xícara de vinho branco seco
1 colher de manteiga
salsa picada
1 caixinha de creme de leite
noz moscada
Preparo:
Coloque as berinjelas picadas em água ,sal e vinagre por 10 minutos.
Aqueça uma panela e derreta a manteiga com a cebola,refogue.
Acrescente as berinjelas,refogue por 5 minutos.
Acrescente o molho inglês o vinho e a noz moscada,refogue por mais 5
minutos e ponha a mostarda, o catchup e o caldo em pó,mexa e refogue
por mais 2 minutos,junte o creme de leite e sirva com a salsa por
cima.
Dicas: pode ser conhaque no lugar do vinho.
Pode ser feito também com abóbrinhas italianas.
Sirva: com arroz branco e batatas palha.
CURIOSIDADE: DIA
MUNDIAL DO PÃO
Dia Mundial do Pão - O alimento mais antigo e mais popular da
humanidade
Em novembro de 2000, em Nova York, a UIB - International Union of
Bakers and Bakers-Confectioners - instituiu, oficialmente, o dia 16 de
outubro como o Dia Internacional do Pão. A iniciativa tem como
objetivo valorizar o produto mais popular nas mesas de todo o mundo,
lembrando de sua importância na composição da alimentação diária.
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Baguete é
o legítimo pão francês, mede 80 centímetros de comprimento. Nasceu
em 1840, para atender o desejo de um diplomata austríaco que
queria comer, na então capital do pão - a França - um pão com o
mesmo tipo de fermento usado para fabricar a massa em Viena. A
partir daí, o fermento caiu no gosto dos franceses, que passaram a
importar da Austrália. Daí nasceu a baguete - que antes recebeu o
nome de pão-fantasia. Os franceses, de acordo com pesquisa
divulgada, consomem diariamente 160 gramas de pão - é possível que
seja o triplo brasileiro, chegando num total de 3,4 milhões de
toneladas ao ano. |
O Pão no Brasil
Um dos primeiro escultores a se preocupar em documentar a história do
pão no Brasil foi o sociólogo e antropólogo Gilberto Freyre - o autor
de Casa Grande e Senzala.
De acordo com seus relatos, o Brasil só veio a conhecer o pão no
século XIX. Antes, aqui, o alimento com uso da farinha era à base de
mandioca e milho. Fazia-se com esta farinha o pirão: de caldo de peixe
ou carne; o biju de tapioca, a farofa. O desconhecimento sobre o pão
aqui no Brasil era total, segundo alguns relatos de cronistas, daquela
época. Veja um desses relatos hilariantes de 1839: um certo matuto,
vindo de Aracate para Fortaleza, curioso em conhecer aquele alimento
desconhecido, de finíssima iguaria, comprou numa padaria vários pães,
os colocou no chapéu, sentou-se debaixo de uma árvore e pôs-se a
descascá-los, como se fossem laranjas, comendo-os em seguida. Não
gostou do gosto do miolo de pão, jogou-os fora, exclamando
decepcionado: "Isto não serve para nada".
Enquanto ele recusava o pão, na Paraíba, mais especificamente em
Campina Grande, o trigo começa a ser cultivado, já se pensando no
futuro do pão no país, que acabara de chegar, segundo o cronista
francês Pollenare. Assim como na Europa, aqui o pão também surgiu
acompanhado de rituais e cerimônias: usava-se fazer cruzes nas massas,
rezar salmos para fazê-los crescer e ficarem macios e bonitos. Os
responsáveis pelo desenvolvimento da panificação no Brasil foram os
imigrantes, mais notadamente os italianos.
O pioneirismo nasceu em Minas Gerais, mas foi em São Paulo que as
grandes padarias se proliferaram mais, talvez pelo grande número de
italianos e por ser Santos uma das portas de entrada para os
imigrantes. O bairro da Bexiga - reduto italiano - é um belo exemplo
de onde se pode comer, não só um bom pão, mas também uma gostosa
massa... |